Quando não te dás, não consegues alcançar a dimensão do que podes oferecer ao outro, quando não te dás, acabas por não te conhecer realmente, acabas por não saber o que és para aquela situação.
Se não me der, não sou eu.
Talvez nos últimos tempos, me tenha esquecido de como sou, ou melhor, talvez tenha reservado para ninguém a forma estranha que te tenho para me dar a ti.
Este lugar onde tudo e nada acontece, onde existem reticências em vez de vírgulas, onde o mar se confunde com a terra e o a ar com a àgua, algures por lá onde eu e as vontades que este mundo, neste tempo, não pode viver e assumir como suas, é o lugar que acolhe o que afinal dou, mas não chega a ti.
Anda alguém, ou a sua sombra a passar por lá, não pisa a areia para não deixar marcas. De quando em vez mergulha no mar, e logo se esconde... a terra, o chão, são áridos em demasia para uma pele assim.
Uma pele assim, que não sei bem como é, nunca lhe toquei, nem olhei. Ousar pensar saber como é, é quase impossivel.
Enquanto digo estas coisas, enquanto as verbalizo em frente ao espelho, descubro, como é tão gulosa a imaginação, como é doce, como nos leva para lá, num instante tão veloz e nos deixa por um só momento, mesmo que rápido, ser, tão melhores, tão mais leves e nos oferece um raio simples de felicidade, capaz de compensar todos os outros segundos de incerteza, de aperto, de vazio.
As coisas pequenas, são sem dúvida as mais prazeirosas, por isso, consigo encontrar nas lembranças vagas, do que experimentei sem viver, aquele sabor que procuro encontrar, e talvez um dia encontre, quando o alguém deixar de voar, mergulhar e resolver andar, na areia, na terra, daquele lugar, que simplesmente continuo a chamar "Passa Por Lá..."
Se não me der, não sou eu.
Talvez nos últimos tempos, me tenha esquecido de como sou, ou melhor, talvez tenha reservado para ninguém a forma estranha que te tenho para me dar a ti.
Este lugar onde tudo e nada acontece, onde existem reticências em vez de vírgulas, onde o mar se confunde com a terra e o a ar com a àgua, algures por lá onde eu e as vontades que este mundo, neste tempo, não pode viver e assumir como suas, é o lugar que acolhe o que afinal dou, mas não chega a ti.
Anda alguém, ou a sua sombra a passar por lá, não pisa a areia para não deixar marcas. De quando em vez mergulha no mar, e logo se esconde... a terra, o chão, são áridos em demasia para uma pele assim.
Uma pele assim, que não sei bem como é, nunca lhe toquei, nem olhei. Ousar pensar saber como é, é quase impossivel.
Enquanto digo estas coisas, enquanto as verbalizo em frente ao espelho, descubro, como é tão gulosa a imaginação, como é doce, como nos leva para lá, num instante tão veloz e nos deixa por um só momento, mesmo que rápido, ser, tão melhores, tão mais leves e nos oferece um raio simples de felicidade, capaz de compensar todos os outros segundos de incerteza, de aperto, de vazio.
As coisas pequenas, são sem dúvida as mais prazeirosas, por isso, consigo encontrar nas lembranças vagas, do que experimentei sem viver, aquele sabor que procuro encontrar, e talvez um dia encontre, quando o alguém deixar de voar, mergulhar e resolver andar, na areia, na terra, daquele lugar, que simplesmente continuo a chamar "Passa Por Lá..."
2 comentários:
olah ninah... ;) coxa linda.. :D lol grande coimbra mm ... n ha no mundo nada melhor k isto!! :) olha.. e fotos n ha nada? :P lol bjau gande
o poema ta mt fixe... :) puxa plo pensamento da pessoa.. :) tb es poeta? fica bem
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