Na forma diferente de seres tu,
Na doçura de um magoar intenso
Fui ficando doente...
Sim, foi ao analisar,
Ao impor no meu mais profundo id
Uma pulsão dinâmica
que o meu ego se recusou esquecer(-te).
És muito mais que olhar o espelho.
És o descobrir dia após dia,
Que a noite é tão fria
Como quente é o teu peito;
Que a alegria de respirar
é a forma inata de uma mutação constante,
que o circulo completa o passado...e tudo mais.
Hoje estou doente,
Pois foi no ébrio mais louco
de tudo o que me habita
que descobri...
És senão mais que o sintoma de uma dor
E a cura de uma doença...
que vou tendo eternamente.
No entretanto do tempo,
esta minha enfermidade
e chaga intensa,
foi para lá duma fatalidade
a descoberta, de me sentir - Amada!!
Para vires então
curar-me da paixão
Tu, que és o outro,
Terás de olhos abertos
Apertar teu coração, tocares o meu
E simplesmente pelo que sou...
Dizeres: "amo-te"...
na razão do eterno retorno, volto a ler o que de mais honesto uma vez escrevi, uma imagem do que sou,da forma em que sei sentir... aquela em que existo e sempre acredito... sou antes de mais para mim, sem me mascarar para os demais e para que eles encontrem em mim o que desejam...
não pinto os quadros de cores que não gosto, nem me mascaro de perfeição que não tenho, para que me encontrem e me vejam;
não sei ouvir a musica só porque é dos outros, não sei ir onde os outros já foram só para dizer que fui para falar de ter ido e mostrar ter estado lá, não me construo para um espelho me mostrar, não me envergonho de onde venho, não sei ser para as minhas raízes diferente do que sou para a minha história presente, nem tentando seria diferente do id que sente, do ego que se faz sentir, do super-ego que já sendo está sentindo... sou um eu assim... sou amor das veias aos cabelos, sou o que não sei dizer mas tento, sem reticências ou janelas entreabertas, sou sem medo, com medos, sou tudo e nada como qualquer outro e ainda como mais ninguém!! sou a razão e a esperança, e de certo doença e cura, e seria uma serie de infindáveis adjectivos que me mostrariam tão pouco a quem não sabe como sou!!
continuaria com mais vontade,escrevendo interminavelmente, mas neste instante,ela perdeu-se e, por ser assim, nada mais acrescento hoje, a não ser, o sinal que faz de mim a dama, que não partindo já se foi... (o toque da sineta dourada diz que está na hora de fechar, trocar a tabuleta que diz vivendo, por uma que diz a sonhar, não bata para entrar, simplesmente entre!!!)
não pinto os quadros de cores que não gosto, nem me mascaro de perfeição que não tenho, para que me encontrem e me vejam;
não sei ouvir a musica só porque é dos outros, não sei ir onde os outros já foram só para dizer que fui para falar de ter ido e mostrar ter estado lá, não me construo para um espelho me mostrar, não me envergonho de onde venho, não sei ser para as minhas raízes diferente do que sou para a minha história presente, nem tentando seria diferente do id que sente, do ego que se faz sentir, do super-ego que já sendo está sentindo... sou um eu assim... sou amor das veias aos cabelos, sou o que não sei dizer mas tento, sem reticências ou janelas entreabertas, sou sem medo, com medos, sou tudo e nada como qualquer outro e ainda como mais ninguém!! sou a razão e a esperança, e de certo doença e cura, e seria uma serie de infindáveis adjectivos que me mostrariam tão pouco a quem não sabe como sou!!
continuaria com mais vontade,escrevendo interminavelmente, mas neste instante,ela perdeu-se e, por ser assim, nada mais acrescento hoje, a não ser, o sinal que faz de mim a dama, que não partindo já se foi... (o toque da sineta dourada diz que está na hora de fechar, trocar a tabuleta que diz vivendo, por uma que diz a sonhar, não bata para entrar, simplesmente entre!!!)
