6/30/2011

simples

Não sou sábia, ñem preciso de partilhar pensamento enormes pelo seu impacto ou citação por outros, mas desconfio com muita convicção entre todas as nossas passagens:
O segredo das coisas das coisas boas está na permante impermanencia da (re)construção...

5/13/2011

conforto

Um acima e abaixo, 
Um dia a seguir ao outro, 
Um apanhar um eléctrico para ver se o encontro. 
Uma busca desmedida por um sofá, 
Um viagem qualquer...

2/06/2011

o que estás a fazer pelos outros...

Nos absurdos de muitas leituras ou até mesmo de imensas profissões tarefas e afins, podiamos num subito interrogar de nós mesmos a nós, questionar a nossa existência em tantas e diferentes frentes...na tentativa de perceber o que estamos nós efeictivamente, deliberadamente assumindo em consciencia: o que fazemos pelos outros????
pouco, muito, nada... não pensamos, não queremos, recusamos, não agimos, não sabemos, somos distraidos... não sentimos necessidade, não vemos a necessidade... não existe razao ou emoação que nos mova e nos coloque activamente a ser para os demais em acção...
assim sendo no nosso dia-a-dia para além da vulgaridade dos momentos que escolhemos passar com os outros (refiro-me agora aos outros importantes que trazemos para as nossas imediações imediatas), não movemos um milimetro da nossa sola de sapatos para direcção alguma em busca ou com origem no fazer algo pelos outros, aqueles que sozinhos, em grupo, na sociedade, aqui e ali, de uma pequena ou grande coisa, necessitariam que fosse feita... com ajuda, com solidariedade, vontade e respeito...
assim sendo qual é a missão deste passar por lá que não leva ninguem por ninguem ou nenhuma razão a lado algum?
 é um pequena questão como outras que muitas vezes fica situada entre o campo mais pequeno no nosso cerebrelo, onde pensamos que deveriamos pensar em reflecção activa sobre este ou outro assunto, inferindo muitas vezes só mesmo neste campo da inferência, porque no proprio campo da acção feita e existida limitamos a nada fazer... por esses... que são outros (refiro-me agora aos demais... que não são os nossos... mas que são parte activa do mundo onde comumente existimos)...

1/24/2011

tempo

Há uma imensidão de tempo em cada minuto, e somos nós seres de nós próprios que conseguimos a proeza de o sentir e fazer assim... há uma imensidão de dias em cada hora como se a música de cada um deles fosse o turbilhar de cada um nos nossos muitos pensamentos.
Nos meus olhos vejo todo o tempo que passa por lá, mais o que eu escolho para fazer o tempo, essa imensidão que é minha e que é grande, que me constrói e molda e me enche da música da minha respiração todas as manhãs... por mais um dia.... por mais um tempo... o meu tempo, aquele que gira no relógio mas que eu sinto à minha vontade, que vou orquestrando de forma fantástica, sendo maestra do seu toque, do seu cheiro e do seu paladar... fantástico? sim sem dúvida... perfeito? algumas vezes... meu? sempre!!

Assim em ideias penso... há à minha volta uma conjunto enorme de variaveis que não controlo, e poderia ser o tempo aqueles que mais identidades à minha volta me poderiam apontar... e falo do tempo tic- tac, da corda do relogio...e não da metereologia que se manifesta... e entre essas ideias penso... este tempo que sinto passar, estas horas que carregam dias, e estas horas que passam em pequenos minutos... são unicamente meus... passam por lá onde só eu vejo... e com tudo o que de vim sai no presente do indicativo do verbo sentir..

O meu dia poderá ser hoje ou amanhã maior do que o que o tempo dita... mas mesmo assim inspiro... expiro... sinto-me nele bem... atravo-me a dizer passarei por ele feliz...

1/07/2011

cobiça... inveja... e afins

No geral, o orgulho do ser humano é simultaneamente uma arma de arremeso e protecção de elevado valor e força... Muitas vezes os mais frageis, que aparentemente são as mais seguros usam o dos outros para se encherem em medidas exacerbadas no seu ego e ilusão!!!
Usar uma pessoa é em alguns pontos cobiça-la, estar por ali, só para causar disturbio, virar ideias, e puxar a corda uns poucos milemetros de ilusões do que não vai por certo acontecer, porque não passa no nosso querer!
Eu quero cobiçar-te só porque me faz bem, não te quero para mim assim como estás, mas cobiçar-te invejar-te procurar-te, dá-me força, dá-me energia, brilho e segurança no andar... pensa a mente pequena de um ser que aparenta a todo custo ser grande por sobreviver na solidão exageradamente de aparencia perfeita que quer que os outros encontrem... Confuso??? Não, é mesmo assim..
Parecer grande, ser mesquinho e pequeno, usar, abusar, pisar, magoar, trair e depois regeitar...  mas de quando em vez, cobiçar, invejar, dar uma pequena luz de uma miragem, iludir... 
O resultado é o pequeno demais que existe, uma falsa força, uma maldade cruel de nao respeitar aqueles que de alguem assim souberam gostar!!

e os demais parvos... são na sua estupidez os que veem com clareza e distinguem estas pessoas de outras.... um toque de midas falsificado... o ouro afinal reluz, mas é puro latão...