há qualquer coisa bucólica em tanto verde;
uma ideia que nos chega para nos levar para a imaginação; as imagens que retivemos de filmes, onde não sentimos os cheiros, mas imaginávamos que fossem exactamente assim... e são.
olhamos e é tudo diferente, é muito verde, verde a perder de vista num oceano azul infinito...
infinitos naturais, onde o tic-tac acelerado da minha vida se perde, ou melhor se encontra com um ritmo novo...
estou assim, há dois dias meio perdida entre o sons e brisas, entre a bigamia predominante destas duas cores que se deitam constantemente uma com a outra.
o meu corpo acalma, e começa a repor as horas de sono em falta... os meus pulmões respiram bem abertos, e a minha pele sente, como se pessoas diferentes em mim pudessem simplesmente coexistir...
adoro infinitos, muitos, mais que um, a sua diferença desmedida, o seu tamanho incerto. o nada que podem ser, quando temos a mania que eles são mais que tudo.
verde, azul, infinitos a muitos tons...

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