De norte a Sul um país de contrastes.
Um norte mais caótico, um Sul mas ocidentalizado.
Não se conhece um povo em dez dias ou se interioriza toda a sua essência, no entanto sinto-me capaz de falar sobre o que sinto na Ásia, neste caso no Vietname.
A barreira linguística não ajuda. É como se dissessem sempre que sim a tudo...e num mau inglês, ou melhor, numa estranha forma de usar o inglês. Alguns sorriem e acenam, alguns que não são do norte,mas sim do Sul... Photos com eles sim a troco de dinheiro.... Esquemas e mais esquemas, com passaportes, com tais, com bicicletas, com comida, com cabines de comboio... Mas não são o mais importante! A comida é boa, muito boa, barata, bem temperada,sal, pimenta, agridoce, lima, coentros (demasiados coentros), há cultura, energia citadina, calma interior, rostos e corpos tapados com panos as flores ou bonecos que mostram como não gostam do sol, olhares estranhos para os nossos cabelos, para os nossos pés... Hospitalidade e simpatia de quem quer levar o país para a frente, os jovens, que te pedem para falares inglês com eles em meio de parques, na passadeira (que não serve para nada)... Há o mar... A história, a guerra, poucos com Idade para falar dela... idosos só vimos em Hoi An, dali para o resto do país, meninos, jovens, meia idade... A terra dos leds, das luzes a piscar, da publicidade por tudo e por nada, do culto ao Buda e a Cristo, dos que falam como se tivessem de mal com a vida, cantam e resmungam de sotaque; um país onde dar tiros pode relaxar, e onde negociar umas coisinhas de recordação é mais difícil que sei lá. Há um país a renascer para os mochileiros, os filhos de quem cá esteve na guerra, os com a idade dos meus país, os que sabem que o sudoeste asiático é uma pérola , já não imaculada e completamente deslumbrante de visitar, mas uma zona do globo com surpresas e encontros como o fantástico que tivemos com o Vietname!
Photos CA@Vietname
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