9/17/2007

Uma Infinidade de Tempo

Há uma infinidade de tempo entre as escolhas, o acaso e a experiência, uma infinidade de tempo a separa-las, a ouvi-las, a gritar com elas, há uma liberdade fugaz...
Há um caminho tosco, embrulhado e parco, que na "pouquez" imensa, cresce com o tempo que há, há de haver, por aí entre tantos milemetros de tantas e tantas coisas..há a imagem do sol no teu rosto, e da lua na minha pele, há o som dos teus passos a fugir de mim e dos meus gemidos a colarem-se aqui no trans~bordo emaranhado de ser assim, um fluido mulher, um ser para ti de mim...
Há ainda a minha vontade, o meu dorso imenso e quente, esperando partir em algumas das suas partes, há o tudo istp e tanto mais e depois, há o mundo e nada...
Oco poderia ser vazio nosso, oco poderia ser, se oco jánão fosse, e não sei nunca se o é, se o será...
Talver haver de nada se sirva simplesmente para ser, e confuso certamente ele é...Esbarra na confusão, esbarra na ilusão, acorda na neblina e esconde-se no orvalho terno da noite, e eu ressusito no que sobra...
Haver que consome o nós e nos dá leveza, tristeza e subtiliza e mais, no sdá o algum e o nenhum sopro de vida...
Haver que existe, resiste, oco, triste e cheio d eforça, enublado e límpido, haver de guerra e paz... Haver de há. porque agora também há um passa por lá, por nós...mesmo que este não dure uma infinidade de tempo!

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