os dias não são todos iguais, então o espaço reservado ao sono é sempre tão vasto, enorme e atrofiante, ou quem sabe doce e terno…podes dormir, podes correr maratonas sem saíres da tua cama tentando vencer as insónias, podes ter um sono profundo doloroso de sonhos e podes acordar com vontades estranhas…
acordei, como quem acorda todos os dias encaixada numa rotina, pronta para lentamente despertar e com coragem largar a esperança dos meus lençóis, mas acordei com vontade de preencher todos os buracos vazios que foram ficando para trás à minha passagem, acordei disposta a pagar pelos meus erros, a sentir na pele tudo o que ficou por ser sentido, falado, escrito… e isto é como quem diz, acordei para mais um dia, e vou ali viver tudo de novo outra vez...
queria ter em mim poder para tal mas não tenho, queria enfeitiçar-me de vez e ir por aí numa letargia tal que me deixasse imune ao sofrimento e hipersensível à felicidade! rodera-me do bom do melhor, e dar aos outros a felicidade que tanto buscam.
impossibilidades eu sei, vontades minhas,coisas minhas, tão iguais às de tantos, os outros...
voltas que dei e voltas que ficaram por dar, passeios eternos escondidos nos medos, nas falsas esperanças e ainda numa escuridão, aquela que assino como ninguém por ser exclusiva da minha mente e me deixa presa algures e às vezes a alguém, que está ali uma vez e outra, mas nunca, nunca mais passa por lá…
acordei, como quem acorda todos os dias encaixada numa rotina, pronta para lentamente despertar e com coragem largar a esperança dos meus lençóis, mas acordei com vontade de preencher todos os buracos vazios que foram ficando para trás à minha passagem, acordei disposta a pagar pelos meus erros, a sentir na pele tudo o que ficou por ser sentido, falado, escrito… e isto é como quem diz, acordei para mais um dia, e vou ali viver tudo de novo outra vez...
queria ter em mim poder para tal mas não tenho, queria enfeitiçar-me de vez e ir por aí numa letargia tal que me deixasse imune ao sofrimento e hipersensível à felicidade! rodera-me do bom do melhor, e dar aos outros a felicidade que tanto buscam.
impossibilidades eu sei, vontades minhas,coisas minhas, tão iguais às de tantos, os outros...
voltas que dei e voltas que ficaram por dar, passeios eternos escondidos nos medos, nas falsas esperanças e ainda numa escuridão, aquela que assino como ninguém por ser exclusiva da minha mente e me deixa presa algures e às vezes a alguém, que está ali uma vez e outra, mas nunca, nunca mais passa por lá…
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